Schumacher vive isolado e sob cuidados integrais, diz jornal inglês
- William Santos
- 26 de jan.
- 2 min de leitura
Desde o acidente sofrido em 2013, nos Alpes Franceses, o ex-piloto Michael Schumacher não é visto em público e vive recluso com a família em uma mansão na Espanha.

Desde o acidente sofrido enquanto esquiava, em dezembro de 2013, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 Michael Schumacher não é visto em público e permanece recluso em sua residência, em Maiorca, na Espanha. Desde então, a família mantém rigoroso sigilo sobre o estado de saúde do ex-piloto, em respeito a um pedido feito por ele próprio.
Neste domingo (25), o jornal britânico Daily Star informou que Schumacher não está acamado, mas segue sendo acompanhado em tempo integral por uma equipe de médicos, cuidadores e terapeutas, uma vez que não consegue andar. Segundo a publicação, o alemão acompanha as corridas de Fórmula 1 pela televisão.
Em 9 de setembro de 2014, Schumacher deixou o hospital suíço onde esteve internado e passou a dar continuidade ao tratamento em casa. Desde então, poucas informações oficiais foram divulgadas. À época, médicos relataram que o ex-piloto reagia de forma positiva a um novo tipo de tratamento, embora qualquer perspectiva de recuperação fosse considerada lenta e limitada.
Em 2016, o jornal britânico The Sun noticiou que a família gastava cerca de R$ 20 milhões por ano com os cuidados médicos do ex-piloto — valor que outras publicações internacionais estimaram em aproximadamente 7 milhões de euros anuais. Em 2024, novas informações indicaram que os custos teriam aumentado para cerca de R$ 38 milhões por ano, levando a família a vender alguns bens, como uma casa de férias na Noruega, um jatinho e um chalé.
Antes do acidente, a fortuna de Schumacher era estimada em valores que variavam entre US$ 600 milhões e cifras superiores, segundo levantamentos especializados.
Em dezembro de 2018, foi divulgado que Schumacher já não necessitava de aparelhos para respirar, apresentando melhora progressiva. Apesar disso, a família continuou sem divulgar detalhes clínicos.
Também em 2024, veio a público um caso de chantagem contra a família Schumacher, envolvendo ameaças de divulgação de fotos e vídeos do ex-piloto em troca de uma quantia milionária. Os envolvidos foram condenados pela Justiça, embora a família tenha recorrido das penas, consideradas brandas.
No mesmo ano, surgiram informações de que Schumacher apresentava discretos avanços em seu quadro de saúde, dentro das limitações já conhecidas, o que teria permitido sua presença em um evento familiar restrito.
As informações mais recentes foram divulgadas em janeiro de 2026. Há cerca de um ano, em entrevista ao jornal britânico Express, Jean Todt, ex-chefe da Ferrari e amigo pessoal de Schumacher, afirmou que o visitava regularmente, sem entrar em detalhes sobre sua condição.
“A família decidiu não responder a perguntas sobre sua saúde, uma escolha que respeito. Vejo Michael com carinho, assim como sua família. Nosso vínculo vai além da Fórmula 1”, declarou.
William Santos




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