Mistério e impunidade: há 25 anos, jovem era encontrada “crucificada” em cemitério de Ouro Preto e crime segue sem resposta
há 17 horas
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Em 14 de outubro de 2001, Aline Soares, de 18 anos, foi encontrada morta no cemitério da Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia, em Ouro Preto (MG). O corpo apresentava 17 perfurações de faca e estava disposto com os braços abertos, em posição associada à imagem de um crucifixo.

A investigação apontou a hipótese de um ritual relacionado a um jogo de RPG. Em 2009, porém, os quatro acusados foram absolvidos pelo Conselho de Sentença. Questionamentos sobre a preservação de vestígios e os elementos periciais marcaram o caso, que permanece como um episódio emblemático de impunidade.
Vinte e cinco anos depois, o assassinato segue sem uma resposta judicial que esclareça definitivamente o crime e mantenha viva a memória de Aline Soares.



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